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O milagre vindo de fora, apresenta Deus como um mero fazedor de coisas (parte 2)

Se o apóstolo Paulo não tivesse escrito que Deus nos desvendou o mistério da sua vontade, de acordo com o seu bom propósito que ele estabeleceu em Cristo, isto é, de fazer convergir nele todas as coisas, celestiais e terrenas, na dispensação da plenitude dos tempos (Efésios 1.9-10), estaríamos ainda tateando em um mundo fechado para qualquer sentido humano supremo, à espera de um semi-deus libertador, capaz de conferir um pouco de significado a esse violado vale de lágrimas. Nesse que é um dos trechos mais paradigmáticos do apóstolo, Jesus aparece como aquele que une céu e terra em si mesmo. O céu não é mais tão distante que não possa ser tocado pelos humanos, o mundo não é mais tão profano ao ponto de Deus rejeitar ter contato com ele. Em nosso tempo a insistência em se ler as novidades do Evangelho com as lentes convencionais da filosofia grega e a total e proposital ignorância do valor que a mensagem evangélica primordial acentua do mundo imanente – digo acentua, porque a narrativa ...

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